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    Super Depósito 3 Meses (novos clientes) · FGD 100.000 € · ★ 4.3 (420)

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    Banco ActivoBank

    New AB Clients Deposit · FGD 100.000 € · ★ 4.3 (340)

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  • 🟫

    Haitong Bank

    HB Sem Mobilização 3M · FGD 100.000 € · ★ 4.1 (90)

    2,60%

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  • 🟥

    Banco BAI Europa

    Depósito a Prazo Novos Clientes · FGD 100.000 € · ★ 4.2 (180)

    2,50%

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  • 🟩

    Openbank Portugal

    Depósito Open 6 Meses Novos Clientes · FGD 100.000 € · ★ 4.4 (610)

    2,50%

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  • 🟧

    Banco BNI Europa

    Depósito a Prazo Mobilizável Renovável 12M · FGD 100.000 € · ★ 4.1 (175)

    2,00%

    bruto/ano

  • Trade Republic

    Conta Remunerada · EdB (Alemanha) 100.000 € · ★ 4.4 (3120)

    2,00%

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    Banco BPI

    Depósito a Prazo BPI EUR · FGD 100.000 € · ★ 4.0 (520)

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Dados com carácter meramente informativo. Confirme sempre as condições no site oficial do banco antes de subscrever.

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Introduza capital, taxa e prazo: mostramos os juros brutos, os juros líquidos estimados (retenção na fonte de 28% de IRS) e o capital final na data de vencimento.

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Resultado da simulação

Juros brutos1600 €
– IRS retido na fonte (28%)448 €
Juros líquidos estimados1152 €
Capital final21 152 €

Simulação indicativa baseada no regime fiscal português em vigor em 2026. Não constitui aconselhamento financeiro.

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Guia completo 2026

Contas poupança e depósitos a prazo: o guia prático

O que são: conta poupança e depósito a prazo

São dois produtos bancários simples, ambos pensados para remunerar dinheiro que sobra da conta à ordem. Fim de linha: rendem juros. Como o fazem é que muda tudo.

A conta poupança é uma conta de disponibilidade imediata. Deposita, levanta, volta a depositar. Não há prazo, não há penalização por movimentar o dinheiro. Em troca dessa liberdade, a taxa é normalmente mais baixa e — este é o ponto que costuma passar despercebido — é variável: o banco pode revê-la quando quiser, com pré-aviso curto. Em Portugal os valores praticados por bancos de retalho para poupança líquida costumam mover-se entre 0,25% e cerca de 1,5% brutos/ano, dependendo do banco, do saldo e das campanhas em vigor.

O depósito a prazo é o oposto: entrega o capital, aceita imobilizá-lo durante um período combinado (3, 6, 12, 24, 36 meses são os mais comuns) e recebe em troca uma taxa fixa, conhecida à partida. Mexer antes do vencimento é possível nos depósitos mobilizáveis, mas custa juros — parciais ou totais. Nos não mobilizáveis, o dinheiro só sai no fim. Em 2026, as ofertas competitivas a 12 meses situam-se entre 2,00% e 3,00% TANB, com bancos europeus a esticarem esse intervalo mais acima.

Como funciona cada um, no concreto

Numa conta poupança, os juros contam ao dia sobre o saldo. Costumam ser creditados mensal, trimestral ou anualmente, consoante o contrato — vale a pena verificar a periodicidade, porque isso muda a capitalização. Movimenta o dinheiro quando precisar, e a taxa aplicada em cada momento é a que estiver em vigor. Se o banco a descer, passa a render menos a partir dessa data; se a subir, o inverso.

Num depósito a prazo, transfere o capital da conta à ordem para o novo depósito, os juros começam a contar diariamente à taxa contratada e são pagos no vencimento (ou trimestral/semestralmente, depende da oferta). No fim, capital e juros líquidos regressam à conta à ordem associada. Muitos bancos renovam automaticamente nas condições de mercado em vigor — se não quiser, tem de cancelar essa renovação a tempo.

Em ambos os produtos a abertura é hoje quase sempre 100% online, com identificação por Chave Móvel Digital, videochamada ou transferência de validação. A ficha de informação normalizada (FIN), obrigatória por lei em Portugal, tem de mostrar de forma clara a TANB, a TANL e — no caso do depósito — as condições de mobilização antecipada.

Vantagens de cada produto

Conta poupança: • Liquidez total. O dinheiro está lá quando precisar, sem multas nem prazos. • Ideal para fundo de emergência: o objetivo é estar acessível, não render o máximo. • Abertura simples, normalmente sem valor mínimo relevante e sem comissões de manutenção. • Boa forma de "estacionar" liquidez enquanto decide um investimento maior.

Depósito a prazo: • Taxa fixa, conhecida à partida. Sabe exatamente quanto vai receber no vencimento. • Rendimento tipicamente superior ao da conta poupança para o mesmo banco. • Sem comissões de manutenção, na esmagadora maioria dos casos. • Instrumento previsível para poupança de médio prazo — objetivos com data marcada, como um sinal, umas obras, uma viagem grande.

O que ambos partilham: capital protegido pelo Fundo de Garantia de Depósitos até 100.000 € por depositante e por banco, e transparência total exigida pelo Banco de Portugal via FIN.

Riscos e limitações

O risco de insolvência do banco existe sempre, mas está muito mitigado pelo FGD dentro do teto de 100.000 €. Para além disso, cada produto tem os seus pontos fracos.

Na conta poupança, o principal problema é a taxa variável. O banco pode cortá-la — e corta, sempre que o BCE afrouxa. Se assinou com 1,2% e daqui a seis meses passar a 0,4%, não há nada a fazer a não ser mudar de banco. Também há bancos que oferecem taxas promocionais só durante os primeiros meses ou só até certo saldo (por exemplo, os primeiros 20.000 €), e depois aplicam uma taxa base residual — leia sempre a letra pequena.

No depósito a prazo, o problema espelhado: se as taxas de juro do mercado dispararem durante o prazo, fica preso à taxa antiga, inferior. E o dinheiro fica imobilizado — se surgir um imprevisto, mobilizar antes custa juros. Ambos os produtos partilham o risco de inflação: se a taxa líquida ficar abaixo da inflação, o poder de compra diminui em termos reais. E o teto do FGD, 100.000 € por depositante e por banco, obriga a distribuir por várias instituições quem tem capitais mais elevados.

Fundo de Garantia de Depósitos (FGD)

O FGD garante o reembolso até 100.000 € por depositante e por instituição de crédito, em conformidade com a Diretiva 2014/49/UE. Contas poupança e depósitos a prazo estão ambos cobertos — nas mesmas condições. Todos os bancos autorizados a operar em Portugal são obrigados a aderir.

Na restante União Europeia existem esquemas nacionais equivalentes: FGDR em França, ESF/EdB na Alemanha, FGDL no Luxemburgo, FITD em Itália, FGD em Espanha. O limite é o mesmo: 100.000 € por depositante e por banco. Para quem tem capitais elevados, a estratégia natural é dividir a poupança por várias instituições — em Portugal ou pela Europa — para que cada euro fique dentro do teto garantido.

Tributação em Portugal: contas poupança e depósitos a prazo

Regra idêntica para os dois produtos: os juros são tributados em IRS na Categoria E (rendimentos de capitais), à taxa liberatória de 28%, retida na fonte pelo banco. Recebe o valor líquido diretamente na conta e não precisa de declarar estes juros no IRS anual, salvo se optar pelo englobamento — o que só compensa em escalões de IRS mais baixos.

O facto de a conta poupança creditar juros mensal ou trimestralmente e o depósito a prazo os creditar no vencimento não altera a mecânica fiscal — muda apenas o momento em que a retenção ocorre. Não há imposto anual sobre o saldo do depósito (ao contrário de países como Itália, com imposto do selo). Se abrir um depósito a prazo ou uma conta poupança num banco de outro Estado-Membro da UE, os 28% continuam a ser devidos em Portugal, mas normalmente não há retenção automática: o rendimento tem de ser declarado no Anexo J do IRS, podendo aplicar-se convenções de dupla tributação para creditar imposto pago no estrangeiro.

Como escolher: conta poupança, depósito a prazo, ou os dois

A pergunta certa não é "qual é o melhor?" — é "para que preciso deste dinheiro?".

Se é o fundo de emergência (os habituais 3 a 6 meses de despesas): conta poupança. Precisa de o poder tocar sem multas nem esperas. Rende menos, mas o objetivo aqui não é maximizar juros, é dormir descansado.

Se é dinheiro que sabe que não vai usar durante 12, 24 ou 36 meses: depósito a prazo. A taxa fixa protege-o de eventuais descidas do BCE, e o rendimento é notoriamente superior.

Se é liquidez que anda a acumular sem destino claro, e quer ir aproveitando enquanto decide: conta poupança agora, e à medida que se acumule pode ir "encaixando" tranches em depósitos a prazo, escolhidos consoante o horizonte de cada objetivo. É a chamada estratégia de escadaria (ladder), útil para conciliar rendimento e liquidez.

Em qualquer caso, ao comparar ofertas concretas avalie: (i) TANL, não apenas TANB — a taxa depois dos 28% de IRS; (ii) se a taxa anunciada vale para todo o saldo ou só até certo teto; (iii) condições de mobilização antecipada nos depósitos; (iv) periodicidade de crédito dos juros; (v) solidez do banco e FGD aplicável.

Bancos portugueses vs. bancos europeus

Abrir uma conta poupança ou um depósito a prazo num banco de outro país da UE é hoje tão simples como fazê-lo em Portugal. Instituições da Alemanha, França, Letónia, Malta ou Luxemburgo oferecem frequentemente taxas superiores às praticadas pelos bancos portugueses tradicionais, mantendo-se cobertas pelos Fundos de Garantia equivalentes ao FGD. A transferência SEPA é gratuita e chega em segundos.

O cuidado a ter é fiscal: os juros recebidos no estrangeiro têm de ser declarados no Anexo J do IRS, aplicando os 28% em Portugal (com eventual crédito de imposto pago no estrangeiro ao abrigo das convenções para evitar a dupla tributação). Algumas plataformas paneuropeias de intermediação automatizam este processo, apresentando dezenas de ofertas — de contas poupança a depósitos a longo prazo — a partir de uma única conta e com o mesmo KYC.

Comparação de produtos

Conta poupança, depósito a prazo, conta à ordem

Conta Poupança vs. Depósito a Prazo

CaracterísticaConta PoupançaDepósito a Prazo
Tipo de taxaVariável, revista pelo bancoFixa até ao vencimento
LiquidezLivre, a qualquer momentoBloqueada, ou mobilizável com perda de juros
Taxa típica em Portugal0,25% – 1,5% brutos/ano2,0% – 3,0% TANB (12 meses)
PrazoSem prazoDefinido no contrato (3 a 60 meses)
Uso mais comumFundo de emergência, liquidezObjetivo com data marcada, médio prazo
Tributação dos jurosIRS 28% (retenção na fonte)IRS 28% (retenção na fonte)
Garantia FGDAté 100.000 €Até 100.000 €

Conta Poupança e Depósito a Prazo vs. Conta à Ordem

CaracterísticaConta à OrdemConta PoupançaDepósito a Prazo
Objetivo principalOperações do dia-a-diaEstacionar liquidez com jurosFazer render capital parado
Rendimento típico0% – 0,1%0,25% – 1,5%2,0% – 3,0% TANB
Cartões e transferênciasIncluídosNão (associada a conta à ordem)Não (associado a conta à ordem)
Comissões de manutençãoFrequentesGeralmente nenhumasGeralmente nenhumas
LiquidezTotalTotalNo vencimento (ou com perda de juros)
Garantia FGDAté 100.000 €Até 100.000 €Até 100.000 €

Perguntas frequentes

FAQ: contas poupança e depósitos a prazo

Qual é a diferença entre uma conta poupança e um depósito a prazo?+
A conta poupança é uma conta de disponibilidade imediata, com taxa variável que o banco pode rever a qualquer momento. O depósito a prazo imobiliza o capital durante um período definido (por exemplo 12 ou 24 meses) em troca de uma taxa fixa, tipicamente mais alta, conhecida à partida.
Posso levantar o meu dinheiro a qualquer momento numa conta poupança?+
Sim. É essa a razão de existir do produto. Não há prazo nem penalização por movimentar o saldo, e os juros contam ao dia sobre o valor efetivamente aplicado. É por isso que a conta poupança costuma ser a escolha certa para um fundo de emergência.
A taxa da conta poupança pode mudar depois de eu abrir?+
Pode, sim — e é o principal risco a ter em conta. É uma taxa variável, revista pelo banco quando entende, com pré-aviso curto. Nos depósitos a prazo, pelo contrário, a taxa é fixa até ao vencimento.
Quanto costuma render uma conta poupança em Portugal?+
As ofertas de retalho movem-se tipicamente entre 0,25% e 1,5% brutos/ano, dependendo do banco, do saldo e de eventuais campanhas promocionais. Alguns bancos aplicam uma taxa promocional só até certo teto de saldo (por exemplo os primeiros 20.000 €) e uma taxa base residual acima disso.
Qual é a diferença entre depósito a prazo e conta à ordem?+
A conta à ordem serve para operações do dia-a-dia (pagamentos, cartões, transferências) e remunera muito pouco ou nada. O depósito a prazo destina-se a fazer render capital: em troca de o imobilizar durante um prazo, recebe uma taxa notoriamente superior.
Conta poupança ou depósito a prazo: o que faz mais sentido para mim?+
Depende do horizonte. Se é dinheiro que pode precisar de tocar sem aviso — fundo de emergência, colchão de segurança — vale mais a conta poupança. Se sabe que não vai usar o valor durante 12, 24 ou 36 meses, o depósito a prazo rende mais e fixa essa taxa. Muitos aforradores usam os dois em simultâneo.
As contas poupança estão garantidas pelo FGD como os depósitos a prazo?+
Sim. O Fundo de Garantia de Depósitos cobre os dois produtos exatamente nas mesmas condições: até 100.000 € por depositante e por instituição de crédito. Não há distinção entre poupança líquida e depósito a prazo para efeitos de garantia.
Como são tributados os juros de uma conta poupança em Portugal?+
Do mesmo modo que os depósitos a prazo: IRS Categoria E, taxa liberatória de 28%, retida na fonte pelo banco no momento em que os juros são creditados. Recebe o valor líquido diretamente e não precisa de declarar no IRS anual, salvo se optar pelo englobamento.
O que é um depósito a prazo?+
Um produto bancário em que entrega ao banco um determinado montante durante um prazo pré-definido, recebendo em troca uma taxa fixa. Ambos — capital e juros — são garantidos pelo Fundo de Garantia de Depósitos até 100.000 € por depositante e por banco.
Os depósitos a prazo são seguros?+
Sim. Todos os depósitos em bancos autorizados a operar em Portugal estão cobertos pelo FGD até 100.000 € por depositante e por banco. Na restante União Europeia aplica-se o mesmo limite através dos respetivos Fundos nacionais.
Como é tributado um depósito a prazo em Portugal?+
Os juros são tributados em IRS na Categoria E, com retenção na fonte à taxa liberatória de 28%. O banco retém o imposto automaticamente no pagamento dos juros, pelo que já recebe o valor líquido.
Posso abrir uma conta poupança ou um depósito a prazo num banco estrangeiro?+
Sim. Graças à livre circulação de capitais na UE, qualquer residente em Portugal pode abrir estes produtos num banco de outro Estado-Membro, beneficiando do Fundo de Garantia de Depósitos do país onde o banco está registado.
Os depósitos em bancos europeus estão garantidos como em Portugal?+
Sim. Todos os países da UE aplicam a Diretiva 2014/49/UE, que garante os depósitos até 100.000 € por depositante e por banco. Para países fora da UE, como Reino Unido ou Suíça, aplicam-se regras nacionais próprias.
Quais são os melhores depósitos a prazo a 12 meses?+
Em 2026, as ofertas mais competitivas para 12 meses situam-se tipicamente entre 2,00% e 3,00% brutos/ano em Portugal, com propostas mais elevadas em bancos europeus através de plataformas paneuropeias. Compare sempre a TANL.
Vale a pena um depósito a 24 ou 36 meses?+
Prazos mais longos oferecem geralmente taxas mais altas. Fazem sentido se não prevê precisar do capital no curto prazo e quer consolidar um rendimento estável, protegendo-se de eventuais descidas futuras das taxas.
Posso levantar o dinheiro antes do vencimento de um depósito a prazo?+
Depende do contrato. Nos depósitos mobilizáveis é possível, geralmente com perda parcial ou total dos juros acumulados. Nos não mobilizáveis, o capital só regressa no vencimento.
Quanto rende realmente um depósito a prazo?+
O rendimento líquido obtém-se subtraindo à taxa bruta (TANB) a retenção de IRS de 28%. Um depósito com TANB de 3% rende, na prática, cerca de 2,16% líquidos (TANL). Use a nossa calculadora para simular.
Posso ter vários depósitos a prazo e várias contas poupança ao mesmo tempo?+
Sim, não há limite. Diversificar por vários bancos permite ainda ultrapassar o teto de 100.000 € do FGD, mantendo toda a poupança dentro da garantia.
As taxas dos depósitos a prazo são fixas ou variáveis?+
Na esmagadora maioria dos depósitos a prazo em Portugal a taxa é fixa durante todo o prazo. Existem também depósitos indexados a índices como a Euribor, com componente variável — e, como referido, as contas poupança são sempre a taxa variável.
É melhor um depósito a prazo ou Certificados de Aforro?+
Ambos são seguros e de baixo risco. Os Certificados de Aforro do Estado português têm rendimento indexado à Euribor e liquidez a partir de 3 meses. O depósito a prazo oferece taxa fixa conhecida à partida. A escolha depende do horizonte, da liquidez desejada e da expectativa sobre a evolução das taxas.
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